sábado, 24 de novembro de 2012

UM PRINCÍPIO PARA TODOS


UM PRÍNCIPIO PARA TODOS! Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno. Mateus 5:37 Interessante! faltar com a promessa, jurar falsamente em um tribunal é crime. Na passagem de Mateus Jesus falava de algo que era comum da cultura judaica. Tão comum que passou a ser usado de maneira banal, estamos falando do JURAMENTO. O que fica evidente no texto é que Jesus preferia que não fosse mais necessário jurar, mas que simplesmente todos falassem a VERDADE. Em outras palavras diga simplesmente: Sim eu farei ou Não eu não farei. A sua palavra tem que ser o bastante, necessitar reforçar com um juramento revela algum tipo de deficiência. Os fariseus (religiosos da época) usavam vários tipos de artifícios para esquivar-se da verdade e o juramento era um deles. Evitavam usar o nome de Deus, mas empregavam aproximações como, por exemplo: A cidade de Jerusalém, o Céu, a Terra, ou alguma parte de seu Corpo. Houve um tempo que o fio de bigode era o suficiente para se firmar um acordo, o qual deveria ser honrado custasse o que custasse. A palavra bigode é de origem incerta, mas pode ter se originado de uma antiga expressão alemã “Big Gott”, ou seja, “Por Deus” era uma espécie de juramento. Nos tempos do fio de bigode ‘homem que era homem’ tinha bigode e para tê-lo era necessário honra-lo independente das circunstancias, pois além do bigode também era importante ter vergonha na cara. Vivemos tempos em que o descrédito aumenta cada dia, em todas as esferas da sociedade, seja na Igreja, na Administração Pública, Na Segurança Pública em todos os setores a desconfiança aumenta em grande escala e a pergunta que faz eco em todos os cantos é, por quê? Isto não é nada novo, tanto que Jesus já tratava desta situação e o que chama a atenção é como ele resolveu acabar com o descrédito, simplesmente cobrando postura, posicionamento, verdade, transparência, e sinceridade, Ele disse: “Seja, porém, o vosso falar Sim, sim; Não, Não; pois o que passa daí, vem do maligno” Mt.5.37. Jesus ensina que nossas conversas devem ser tão honestas e nosso caráter tão verdadeiro que não haja necessidade de usar qualquer outro recurso para fazer as pessoas acreditarem em nós. As palavras dependem do caráter, e os juramentos não são capazes de compensar a falta de caráter. Cada vez que uma pessoa cumpre com a sua palavra a dignifica através de seus gestos, de suas atitudes e também dignifica seu relacionamento com as pessoas e consigo mesmo. Pois os que prometem e não cumprem, vivem criando problemas para si mesmos, perde o respeito próprio, a dignidade, tem vergonha de seus atos (pelo menos deveriam!) a vida destas pessoas consiste em fugir, elas gastam muito mais energia desonrando a palavra, do que os honestos gastam para cumprir seus compromissos. Infelizmente o que vemos são pilhas e pilhas de processos nos tribunais e uma avalanche de descaso com a palavra empenhada. E o que é mais triste é, quando observamos “homens de Deusª” tomando o mesmo rumo para alcançar suas ambições, fazendo tramas, articulações políticas eclesiásticas, tudo para alcançar suas ambições. Desta maneira fazem por ela (suas ambições) o que não fazem pela Igreja ou pela Palavra de Deus. O sábio Salomão já dizia: “Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera seus lábios é sábio” Provérbio 10.19. Então quanto mais palavras alguém usa para nos convencer, mais desconfiados devemos ficar. Portanto se você empenhou sua palavra, com alguém tenha coragem e seriedade suficiente para dizer para você mesmo: Sou um homemª de palavra e vou cumprir com o que disse. Se você é um destes homensª conhecidosª como “HOMENSª DE DEUS”, e empenhou sua palavra cumpra, pois você não pode se tornar pedra de tropeço para as pessoas, só para lhe informar se um muçulmano começa a conversar com alguém e ele descobre que essa pessoa não tem caráter, ela não cumpre com seus compromissos ele se afasta dela e nunca mais fala com ela. Seja praticante do evangelho Sim, sim; Não, não o que passar disto é de procedência maligna. Você pode ser a única bíblia que as pessoas estão lento, então vem a pergunta:Quanto vale a palavra de homemª de Deus? ALEX PRADO

2 comentários:

  1. Interessante ler este artigo, em um momento em que faço uma reflexão acerca de alguns assuntos... Um desses assuntos é oriundo de uma recente pesquisa universitária, onde abordava o tema do movimento do direito alternativo. Considerando a necessidade da criação de algo que dirime conflitos, pela falta da eficácia de algo já existente... Digo que a omissão do estado em fazer cumprir as premissas préestabelecidas constitucionalmente, a crescente valoração do instituto negado (ideal que não reconhece um direito, por valorar a forma em detrimento da matéria) faz com que o poder público, em especial o judiciário, não cumpra com o ideário constitucional, negando seus fundamentos. Na área eclesiástica, vemos também o não cumprimento de valores e princípios preestabelecidos, com uma diferença essencial: Os participantes do movimento do direito alternativo(MST como exemplo), trazem eficácia onde o estado nega direito (reforma agrária das terras improdutivas como exemplo), de forma que impunham o ordem de baixo para cima. Jás nós outros, cristãos, muitas vezes não temos a moral de impor algo à nossa liderança, pois temos medo de perdermos nossos estatus, portanto abaixamos a cabeça e dizemos "sim senhor", não por OBEDIÊNCIA, mas por CONVENIÊNCIA...

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  2. Valeu Samuel muito pertinente sua abordagem...

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